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Gestão por processos de negócios e redes cognitivas

Abril 21, 2008

Resenha: Na vida econômica e social das corporações as tecnologias de informação e de comunicação devem assumir o papel intangível de proporcionar maiores chances de participação dos indivíduos nas conquistas do grupo a que pertencem. [Entretanto, a implantação destas tecnologias começam na necessidade de] pensar em Gestão por Processos de Negócios e vislumbrar uma rede de processos inter-relacionados, atentando para o fato que os processos correspondem à execução das estratégias estabelecidas. Com isso, prover o alinhamento dos processos de negócios com a estratégia, os objetivos e as cadeias de valores das organizações. A partir daí, utilizar as ferramentas disponíveis para mapeá-los. [Apesar desta consideração inicial, as] redes são, na sua essência, um conjunto mutável de elementos (nós, atores) dinamicamente conectados mediante relações de troca e cooperação (canais, elos, links, conexões). Os nós ou atores representam pessoas, grupos, instituições, instalações, equipamentos. os canais e conexões representam o intercâmbio de mensagens, comunicações, insumos, ações, transações, percepções, valores simbólicos entre os nós ou atores. É importante perceber que as redes podem combinar em redes maiores ou dividir-se em sub-redes autônomas ou interdependentes. Redes podem compartilhar atores e conexões com outras redes, constituindo uma interseção entre redes vizinhas. Contudo, certos atores podem participar em diferentes redes, assumindo diferentes papeis, significando que eles se ligam através de conexões de natureza diversa em cada rede, o que implica que desenvolvem diferentes tipos de relações com características distintas aos vários atores a que se ligam. Essa sinergia tende a ocorrer de forma espontânea. As necessidades de conhecimento mudam conforme o tempo passa [e o mercado exige], com isso [muda também] a dinâmica das conexões e intensidade de interação entre os diferentes atores. Saber quem conhece quem e como eles interagem. Levantar que papel cada ator atribui a si próprio e aos demais a quem conhece, é essencial. Mintzberg & Quinn (2001) afirmam que uma abordagem assim “pressupõe um processo evolutivo de desenvolvimento da estratégia que combine a intencionalidade das estratégias deliberadas (a fome) com a espontaneidade das estratégias emergentes (com a oportunidade de comer)”. Desta forma os passos e métodos [...] de mapeamento [e interação] de redes, orientados aos Processos de Negócios, passam a se realimentar continuamente em uma espiral de construção cooperativa, para a rede, seus processos, conhecimentos e realizações. Faz-se necessário perceber os variados papéis que TIC assume na vida econômica e social das corporações. O quanto agrega de valor – tangível ou intangível – enquanto parte das knowledge networks das organizações. Às vezes como conexão, TIC deve assumir o papel intangível de propiciar os canais de conectividade e intensidade de interação necessária, buscando proporcionar maiores chances de participação dos indivíduos nas conquistas do grupo, instituição ou organização a que pertencem.

Intrepretação: Todo o trabalho de planejamento estratégico sobre o mapeamento de negócio corre o risco de não gerar resultados se não for dada atenção as conexões que fazem fluir o conjunto de ações, processos, de que uma organização é formada. De nada adianta conhecimentos e habilidades, se as atitudes são desconexas. Manter o alinhamento institucional é um trabalho de comunicação constante e em sendidos multiplos. Durante muito tempo, as tecnologias de informação (TI) vem se ocupando da armazenagem de conteúdos e da geração de inteligência artificial a partir deles. Hoje, entretanto, percebe-se que a comunicação é cada vez mais importante para a geração de conhecimento dinâmico capaz de sustentar as demandas de um mercado em constante mudança. É por isso que as tecnologias da informação e comunicação (TIC) tem sido cada vez mais empregadas no desenvolvimento de redes, na disponibilidade permanente de conexões, que permitam a colaboração de todos nas iniciativas institucionais.

Referência: CASTRO, Jorge. Gestão por processos de negócios e redes cognitivas. Webinsider. Z Editores. Vicente Tardin (editor). Disponível em: <http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/04/20/gestao-por-processos-de-negocios-e-redes-cognitivas/>. Acesso em: 21 abr. 2008.

A rede é o computador

Fevereiro 16, 2008

Resenha: Hoje, para um número crescente de pessoas, a rede é, de fato, um computador. Agenda, e-mail e aplicativos básicos de escritório já não residem necessáriamente no micro. Podem rodar na grande nuvem computacional da internet. Essa tendência é chamada, entre outros nomes, de “software como serviço” (em inglês, SaaS). Uma característica marcante neste novo modelo de negócio dos aplicativos online é a tendência à gratuidade. Chris Anderson vê a economia do gratis como causa da lei de Moore: espaço para armazenamento dos dados, poder de processamento e banda para transmissão ficaram tão baratos que a oferta gratuita tornou-se viável. O exemplo verifica-se no armazenamento de dados: Quando o preço chegou a 100 dólares por GB, nasceu o Hotmail com 2 MB gratuitos; em 1 dolar por GB, o Google lançou o Gmail com 1GB de graça; No final de 2207, com o GB a 40 centavos de dólar o Yahoo ofereceu espaço ilimitado em seu webmail. A idéia, diz Anderson é que se o preço de alguma coisa se aproxima de zero é melhor tratá-lo logo como zero e vender outra coisa. Esses sites perceberam que, em vez de vender contas, era melhor vender publicidade. Outra coisa que viabilizou a economia do grátis é o enorme ganho de escala trazido pela internet. Antes, o serviço oferecido era uma fração do custo comercial. No caso dos softwares como serviços online, o custo de acrescentar mais um usuário tornou-se próximo do zero. Assim outra regra surgiu: algo como distribuir 99% gratis e apenas 1% pago, como fazem o Skype e o Google Earth, que tem versões pagas usadas por uma pequena parcela do total de usuários. Também, se a primeira leva de serviços online era destinada aos usuários individuais, agora as empresas começaram a aderir. Para tais organizações, os benefícios dos aplicativos online incluem a possibilidade de gastar menos com a infra-estrutura de informática, mas principalmente facilidades nas reuniões à distância e o acesso a documentos durante viagens. É fato que, por enquanto, muitos aplicativos ainda não são viáveis na web, mas isso deve mudar gradualmente, a medida que os custos da computação e da transmissão forem caindo ainda mais. Quando houver conexões de fibra óptica até a casa dos usuários, tudo será diferente. Há quem diga 10 anos, há quem diga 20, mas ninguém duvida que o caminho é a internet.

Interpretação: A economia do grátis nada tem a ver com a benevolência das empresas e pouco com o idealismo libertário dos novos desenvolvedores. É um novo modelo de negócio, altamente lucrativo e que precisa ser visto com olhos menos desconfiados pelo serviço público. A qualidade garantida pelo preço não é mais uma verdade, quando de trata de softwares oferecidos como serviço online e a instituição pública tem o dever de reavaliar seu custo ao cidadão e ao país.

Fonte: GRECO, Maurício et al. (Org.). Kit essencial para o PC: Os programas absolutamente indispensáveis no dia-a-dia!. Info Exame, São Paulo, n. 264, p.40-41, 01 fev. 2008. Mensal. (Introdução do artigo).

Papo produtivo na empresa

Janeiro 26, 2008

Resenha: As mensagens instantâneas podem ser uma ferramenta poderosa para facilitar a comunicação na empresa e reduzir a perda de tempo em reuniões. Muitas companhias, no entanto, relutam em adotar um sistema aberto de mensagens por temer que, em vez de melhorar a produtividade, esse recurso traga mais perda de tempo. A melhor solução para o dilema é usar um servidor local. Assim, é possível incentivar a comunicação profissional e, ao mesmo tempo, manter o serviço sob controle, evitando seu uso indevido. Para isso, um dos melhores servidores do mercado é o OpenFire, que usa o protocolo de mensagens instantâneas Jabber (também conhecido como XMPP) e roda numa combinação de Jetty com base de dados HSQLDB. Trata-se de um projeto de código aberto, que também tem uma versão comercial, que oferece suporte.

Interpretação: Há muitas alternativas para se contornar a insegurança que existe em torno do acesso maciço aos servidores institucionais. O que falta é entender este momento de mudanças e a necessidade de se acreditar na pesquisa como forma de garantia do desenvolvimento.

Referência: COSTA, Eric. Papo produtivo na empresa: O servidor OpenFire ajuda a reduzir o tempo perdido em reuniões. Info Exame, São Paulo, n. 263, p.68-69, jan. 2008. Mensal.

Feliz Natal!

Dezembro 25, 2007

História ou mitologia?

Julho 8, 2007

“Conhece-te a ti mesmo” diria Sócrates fazendo-nos acreditar que a compreensão sobre nós mesmos fundamenta nosso desenvolvimento e coisa e tal. Enquanto nos buscamos, a Esfinge afirma: “Decífra-me ou te devoro!”

Onde deveremos, então, buscar o conhecimento?

Diversos professores sugeriram que o sucesso de uma monografia passaria também pelo conhecimento de nosso orientador e da banca que nos examina. A tal banca ainda não conheço, mas já podemos buscar informações sobre a orientadora. Que perguntas estão ocultas por trás de suas perguntas? Que orientações secretas ela nos dá? Uma forma de saber isso é através de sua leitura. Encontrei um Power Point, que vale a pena ser visto.

Primeiro encontro

Julho 6, 2007

Nada de mortos ou feridos, parece que fui perdoado! Se considerasse como um evento de treinamento eu avaliaria: domínio do assunto, bom; clareza e objetividade, boa; estímulo a participação do grupo (éramos 3), bom; adequação das técnicas didáticas, boa; e comunicação e linguagem, boa também. Entretanto, marcar o segundo encontro só lá para setembro, anunciando um pequeno recesso, me deixou muito preocupado. Os elogios a estruturação do meu plano me inibiram de dizer que nós, velhos marmanjos, também sofremos da insegurança estudantil e um pouco mais de colo cairia muito bem. Ao menos o tradicional encontro mensal das atividades de EaD. Bom, vamos à luta!

Primeiro vacilo

Julho 3, 2007

Dar o bolo em qualquer mulher traz expectativas fatais. Imagine, então, dar o bolo em sua orientadora, no primeiro encontro… Cai na real! Acorda pra Jesus! Pedala Robinho! Isso é lá coisa que se faça?! É claro que já tentei me desculpar e prometer nunca-mais, entretanto minha imaginação é sinistra. Vou rezar a noite toda pra que as tais forças do universo conspirem ao meu favor. Meu São Martius, padroeiro dos esquecidos, rogai por nós! Melhor: vou bater em cima dos pontos já recomendados e ver se mostro que realmente estou interessado. Como diria aquela velha lei do marketing, “não basta pedir desculpas, tem que dar uma compensação”! Aguardem o próximo episódio e torçam por mim.

Definição da orientadora

Julho 3, 2007

Foi definida minha orientadora! Será a Sandra Mariano, doutora em engenharia de sistemas e computação. Desde que assisti sua aula, achei que seria assim e talvez isso defina um caráter mais tecnológico a minha dissertação. Engraçado foi a estranha e meio estressante expectativa dessa definição. Houve um certo clima competitivo reverso que eu nunca havia visto.  Acho que só escapei dele por achar que a questão era mais determinista e, do meu ponto de vista, os colegas fariam melhor se aceitassem o conselho da ministra: relaxem… Na verdade, avaliando a atuação da Sandra nos temas inovação, empreendedorismo, tecnologia da informação e metodologia de estudo de caso para ensino, vi até uma orientadora bastante completa.  Será que dei sorte?

Hello world!

Junho 20, 2007

Bem-vindo a minha tentativa de construir uma dissertação que: 1º) Esteja suficientemente adequada a sua aprovação; e 2º) Traga a compreensão de coisas que me preocupam, no exercício de minha profissão. Este é meu primeiro post e espero a sua colaboração para achar e responder os porquês certos, em minha caminhada. Volte sempre!